palavra que a pariu...

Monday, September 11, 2006

Amigos amigos, para sempre, à parte?

"Olá! Então está tudo bem? Já tens um pequenote, que lindo! Xiii cortas-te o cabelo! Estás tão difrente!" - Era este tipo de conversa que tanto temíamos, um dia ao reencontrarmo-nos na comum charcutaria do supermercado.
Há muitos anos lá bem atrás no tempo fomos amigos, grandes e bons. Tudo uns dos outros sabíamos, até a cor da camisola comprada nos chineses, a tristeza de ter recebido uma má nota naquela disciplina da treta, a alegria que transbordava para fora de nós quando algo de bom acontecia. Conversávamos durante horas, rimos, brincámos, fomos felizes e tristes juntos. E hoje, onde estão, amigos do peito, amigos do coração? Temos outros amigos, ou não, o tempo passou e continua a sua corrida veloz. Hoje nada sei sobre vós. Nada de nada... serão felizes? Tristes? Ou assim assim? "Vai-se andando..." Dizem a contragosto, quem sabe para não desatar ali a chorar de tristeza pelas suadades dos velhos tempos, ou por uma enorme alegria da chegada de um novo membro à família. Nada. Hoje não sabemos de nada quando antes éramos os primeiros a receber "notícias frescas", "em primeira mão". Onde estão os antigos telefonemas, os encontros...? Tudo acabou para dar lugar a outras amizades. Mas o que me faz pensar é que se de facto havia amizade, quando hoje, anos depois nem sequer ninguem se importa. O que fiz neste ano, algum de vós sabe? Estive internada? Visitei a Conchinchina? Casei? E eu? Soube por terceiros que um casou, outro teve um bebé segundo dizem, lindo!
Acabou.
Agora tudo é diferente, fala-se com outras pessoas, desabafa-se, sai-se, ri-se, chora-se com outros "amigos" (serão mesmo?), para amanha haver um corte: um casamento, uma morada numa terra (mais) distante...e tudo se vai de novo! Para virem outros companheiros passageiros da nossa vida.
Ficaremos nos seus corações?E eles, ficam no nosso? Ou passamos pela rua e apenas nos ficamos pelo "Olá!" e adeus repetino e contrastante com aquela amizade que achámos para sempre?Acham que os "friends forever" existem?Ou existem temporariamente?
A desculpa é sempre a mesma: fulano tal já não sai tanto connosco, arranjou namorada...e isso é desculpa?Estaremos lá, sempre que necessário! Meus amigos, não deixaremos de o ser só porque isto e aquilo. São muitas vezes desculpas, balelas! Quem quer, tem e quem não quer balda-se. Enfim, arranja outros amigos para muitos anos depois se reencontrarem na charcutaria do supermercado.






*Texto ainda não publicado

Sunday, July 02, 2006

"Está ocupado!"

Marcam-se lugares numa mesa de restaurante, marca-se uma consulta, a data de um casamento, fazem-se reservas em hotéis. Demonstra-se assim, a nossa presença futura num espaço delimitado temporal e espacialmente. Contudo, a dita reserva ou marcação é hoje em dia, e desde há muito levada à letra.
Marcar, reservar lugares no tosco sentido contemporâneo são conceitos quiçá oriundos das práticas católicas romanas do pagamento das indulgências. De certo modo, constituíam um autêntico bilhete para o céu, para os fiéis pecadores que se viam livres dos pecados e marcavam assim o seu prometido lugarzito no paraíso mediante claro está, de um pagamento à Igreja. Esta prática remonta ao século XIII, tendo sofrido fortes e derradeiras tempestades com Martinho Lutero no século XVI.
Evoluindo no tempo eis mais um vício que se encontra implementado entre nós, com raízes bem profundas e que, penosamente, teima permanecer: a falta de...nem sei como lhe chame. De civismo? De educação? Ou de bom-senso? Analisemos a síndrome dos lugares marcados.
Todos nós ao longo da vida, nem que fosse apenas por uma vez singular nos deparámos com esta situação bem caricata. Suspira-se por um lugar sentado, numa conferência, num banal espectáculo de variedades. Enfim, em locais mais ou menos espaçosos onde existem as tais cadeiras tão desejadas pelo público. Dá-se então a corrida à cadeira disponível, esta quanto mais próxima do acontecimento estiver, mais apetecida se torna pelas gentes sequiosas por dobrar os joelhos e assistir comodamente a um evento. Mas surgem novos “actores” nesta comédia e chegam os temíveis casacos, malas, sacos marcadores de lugares. São desmancha-prazeres não haja dúvida! Sinalizam que ninguém se poderá ali sentar sem que pertença ao leque de parentescos familiares ou do círculo de amigos do dono do dito cujo. É por assim dizer, um indicativo de propriedade...infeliz o pontual! Ficará de pé e sem uma boa visibilidade. Paciência conforma-se com “estar de pé faz bem à circulação”.
Assim, quem chega bem cedinho, ao contrário do tradicional atraso, costume português característico, já vê no horizonte, ou passa imediatamente a ver os lugares ditos “ocupados” por esses elementos não-vivos que pelo que se saiba, não precisam por si de se sentar. Quem chega cedo a contar com o lugarzito, acaba por chocar contra uns olhos arregalados e uma cara de quem acabou de ser insultado. Logo de rompante ouve-se comummente o habitual “está ocupado!” – mas...pensamos e devíamos dizer: o lugar está ocupado? Por um casaco? Tratar-se-á de alguma casa de banho pública em que geralmente a mesma mensagem se lê na maçaneta? Ou da mensagem que se ouve do utente do outro lado da porta? A cadeira/banco/”lugar” é propriedade sua? Ou não será que tem direito quem chega primeiro, quem é pontual? Apetece não raras vezes pegar delicadamente no marcador, perguntar ao suposto dono se é verdade que o seja, e sentar como se nada fosse.
Actos destes são actos de verdadeiro atrevimento, o facto de se usurpar lugares em virtude dos amigos, da tia, da prima, do vizinho, da madrinha...atrasados! Mas gozando de plena forma física, sem deficiências, sem um bebé no ventre, sem rugas e sem velhice...merecedores de um privilégio.
Famílias inteiras, por vezes, desfrutam do conforto de um lugar, longas horas depois de dar início um evento que mereça cadeiras! Sentam-se, agradecendo ao casaco amigo o jeitinho que lhes deu. Será que existe ainda quem traga roupas, sacos, bolsas do seu lar com a intenção premeditada? A julgar pelo número de lugares que habitualmente vemos ocupados, não seria de estranhar.
Imaginemos agora o que será de nós se esta desditosa prática se começa a espalhar por aí. Qualquer dia, marcam-se bancos no metro, (na hora de ponta, é certo que dava jeito), lugares na fila do talho! Como se não existissem já lugares reservados para tudo, para os organizadores de um evento, para algumas pessoas em parques de estacionamento...todavia, se o motivo for a indispensabilidade, compreende-se, mas de resto é de lastimar.
Não só revelador de falta de civismo, o acto de reservar espaços desta forma grotesca é o espelho de uma sociedade individualista, voltada para o seu umbigo, onde o indivíduo só se interessa por si e pelos seus e nada mais. Não há “outro” para além do “eu” e do “nós”. O lema é “cada um por si” – característico das sociedades modernas como sugere Alexis de Tocqueville. Há que respeitar o espaço do outro pois não nos devemos sentir no direito a algo que não nos pertence, de facto.
Vamos lá então deixar para trás as marcações sem sentido! Cortemos pela raiz com esse costume maldito de marcar lugares! É hora de parar de dizer com tédio: “está ocupado!”




* Texto já publicado

Saturday, May 13, 2006

A Barata diz que tem...

Sapatinhos de veludo!
Quem não se lembra desta canção infantil?
Pois é, se a barata tinha sapatinhos de veludo ou se estava a mentir porque o seu pé é que era peludo, não sei dizer ao certo. Mas uma coisa é verdade muitos pezinhos tinha ela, oh se tinha! E corninhos também! Tadita...estava com fome, decerto ou em busca de um lar, quem sabe?
Talvez um bar de uma certa faculdade pública (é melhor não dizer nomes) seja o local ideal para um acampamento massivo de baratitas, baratonas e baratões! Já vi pelo menos dois tamanhos...o médio e o grande, curiosamente rondando o mesmo local.
Até julguei ter ouvido uma conversa, uns susurros do estilo "Hummm aquele pastelinho de nata vem mesmo a calhar para lá enterrar as minhas patinhas peludas e pôr os meus milhões de bebés que estão para nascer!!!!" "Ai aquela manteiguinha deliciosa!" "Só espero que não me apanhem para fazer croquetes estaladiços, ou que não tenha o azar de morrer escaldada nalguma chávena de café! (Bem, agora aqui entre nós, talvez houvesse por aí algumas entidades merecedoras de tal brinde...)
Enfim, alguns destes pequenos e médios bichos habitam com alegria um estabelecimento de ensino estatal fazendo companhia às lagartas da sopa.
"Vamos fazer amigos entre os animais!"

Monday, April 17, 2006

As doenças crónicas da saúde portuguesa

Em Portugal é sempre fácil dizer mal de tudo. Ora do governo que nas palavras do povo “nunca faz nada”, ora do país em geral que segundo muitos “está na mesma”. Dizer mal e criticar o estacionário estado das coisas, quando não regressivo, é uma prática comum entre nós. Mas atenção, porque não há fumo sem fogo e se por vezes se exagera, por outras tem-se toda a razão. E o caso da saúde é uma dentre inúmeras situações onde a abespinhada e efervescente crítica revoltada põe a nu a causa da sua erupção.
Uma doença bastante grave da Saúde nacional (isto já para não falar nos díspares casos de negligência médica) é o tempo. O tempo que se espera para uma consulta, ou operação, por exemplo. As listas de espera fazem exasperar durante meses e anos, um número de pessoas quase ilimitado. Assim, tudo se torna irrisório quando se solicita a presença do utente, após a sua passagem para o outro mundo e que devido aos infortúnios da vida não poderá jamais usufruir do serviço de saúde estatal....
Mas não sejamos assim tão pessimistas! Neste olhar crítico lançado à saúde, analisemos agora a pormenor o processo de uma consulta num banal Centro de Saúde público. Quem não necessitou já de esperar horas a fio para ser dono de uma marcação ou vaga para uma consultazinha no médico de família? Quer fosse para mostrar análises ao Senhor Doutor, quer fosse para outra coisa qualquer? Bem, “coisa qualquer” não é decerto, pois uma coisita simples não justifica as eternidades passadas à porta dos centros de saúde, faça chuva, faça sol, e já agora, faça neve! Mas enfim, lá terá de se justificar, ou se espera, ou não. A decisão é toda nossa. A saúde e a paciência, também.
Chega-se à conclusão que não existe relógio que resista à contagem do tempo decorrido em vão, nas salas de espera de Portugal! No que a elas diz respeito, há até quem diga que para a próxima, já ninguém os apanha. Leva-se o almoço (e já agora o jantar) num termo, cobertores, almofada e pijama para lá passar a noite enquanto se aguarda o desejado chamamento pelo intercomunicador. Até lá, suspira-se, lê-se uma desbotada revista cor-de-rosa de 1990, olha-se para o relógio lento, suspira-se e espera-se...espera-se...espera-se...
Se, por fim ainda for necessário carimbar ou fazer qualquer outra coisa de índole burocrática nas ditas “credenciais”, após a consulta, então somemos mais uns minutos à espera que convém ser silenciosa, tal como as placas afixadas nos indicam. Sim, porque o telefone do guichet foi atendido mil vezes, o computador bloqueou outras tantas e o empregado cavaqueia animadamente com o colega ou com o senhor doutor que acabou de chegar. E nós? Esperemos, pois então! E já que tanto se discute no que diz respeito ao plano tecnológico (as duas palavras seguramente mais utilizadas nos últimos tempos) não seria talvez melhor planear um conhecimento tecnológico a adquirir por parte dos funcionários de balcão (e outros)? Que perdem preciosos e longos minutos do seu tempo e do nosso ao tentar a custo pesaroso preencher um formulário a computador? Que tal cursos, acções de formação? Sócrates, o filósofo, diz-nos na obra “Fédon” de Platão, que o conhecimento verdadeiro é algo que nasce connosco mas teremos de fazer um esforço para recordar o que conhecemos em tempos idos. Será? Talvez seja melhor dar o benefício da dúvida às teorias deste filósofo mas o esforço é, de facto, imprescindível. E já que se quer modernizar o país, comecemos pelos homens (relembrados ou não), que são no fundo aqueles que lidam com as máquinas. Pois de que valerão elas se não se souber como funcionam?
Enfim, a burocracia impera! É sempre preciso preencher papelinhos, constituir filas onde se espera que o tempo passe veloz, e tudo isto nos faz perder a paciência! Em que estado se encontra a Saúde em Portugal, quando estas situações vividas nas salas de espera passam do ridículo ao anedótico...perdão, salas de desespero!
Não há nada pior do que uma Sáude doente.




* Texto já publicado (21/04/2006)

Monday, April 03, 2006

Vidas Vigiadas

O século XXI com os seus avanços tecnológicos, tema central da actualidade, encontra-se cheio de controvérsias. Ora vejamos, todos falamos em estar “on-line”, navegar na “net”. Esta rede imensa que reúne tantos pequenos e grandes pontos do universo, permite o acesso a tanta informação quanto podemos imaginar. Sem sair de casa, é fácil fazer compras, visitar museus, ler jornais, conversar com outra pessoa a milhares de quilómetros de distância...
Por outro lado, os cartões de identificação magnéticos são óptimos para alugar um filme, ou acumular pontos de uma qualquer promoção de uma qualquer empresa que promete oferecer um carro topo de gama ao seu cliente mais fiel. Pois é, é tudo óptimo de facto! Mas o pior vem depois. E como “não há bela sem senão” e há sempre o lado bom e mau das coisas, através da Internet tem sido possível violar contas bancárias, entrar no nosso computador e roubar a informação pretendida. Através desta vasta rede promissora, os piratas dos tempos modernos metem o nariz e a mãozinha no alheio. Nos bens e na vida alheia. Na nossa privacidade. Ás vezes não parece, é verdade! Até se usam “nicks”
[1] nas salas de “chat”[2]...parece que se pode fazer tudo, dizer tudo sem ninguém saber! Ninguém sabe quem somos, usamos nomes ‘falsos’...e no meio destas sombras da identidade, surgem umas intromissões assim, de vez em quando.
Mas o caso dos cartões magnéticos não fica impune a este lado negro da tecnologia. Ao efectuar uma compra, ao alugar um filme com um prático cartãozinho, os nossos dados vão-se completando na base de dados da loja ou da empresa. Se for preciso, é muito fácil saber em que dia e a que hora a Luísa alugou o seu filme favorito. Bem, e então quando todas estas informações se cruzam nem imaginam! Vamos agora dar uma olhadela às bases de dados dos serviços de portagens. Afinal a dita senhora antes de alugar o filme, passou na portagem sem pagar! Ai ai! Bem, a matrícula revela tudo: segundo os registos, este esquecimento não é o primeiro.
Como se pode ver neste pequeno exemplo fictício, pedacinhos de nós andam por aí, sabe-se lá por onde. E o mais engraçado são aquelas letrinhas nos pequenos formulários que geralmente ninguém lê. Aquelas com um quadradinho à frente para assinalarmos que não queremos os nossos dados divulgados a terceiros. Às vezes, andamos por esse mundo divididos com a nossa total permissão, consciente ou não.
Será que a privacidade existe? Ou não será mesmo necessário estes dados serem “divulgados”? Quem sabe esta não-privacidade será útil para apanhar algum larápio que foi filmado na estação do metro? Num mundo onde se diz reinar a liberdade, talvez sejamos cada vez menos livres de ser donos do nosso espaço, dos nossos dados, pelo bem guardados em computadores, em câmaras de filmar do metro tendo em conta a segurança, pelo mal ao serem divulgados por nós, e assim, com este consentimento ao ser dado livre acesso a informações privadas podendo estas cair onde não devem.
Acontece a todo e qualquer momento. Esta vigilância permanente é suave e quase imperceptível. Disseminada e subtil qual rede fina e transparente. Ninguém gosta quando uma vizinha mais afoita ouve uma conversa lá de casa ou tenta coscuvilhar outras vidas que não a sua. Mas talvez ninguém se lembre que fornece por si só dados mais que coscuvilháveis a um número de entidades sem fim.
Contudo há que frisar que a tecnologia é deveras importante, não haja dúvida! Tudo depende do uso que fazemos e que é possível fazer dela.
[1] Nome que se encontra relacionado com quem o possui embora não sendo o nome próprio. Uma espécie de alcunha.
[2] Traduzindo do inglês: salas de conversação, ou de conversa em que é possível colocar em interacção pessoas de todo o mundo com um objectivo ou preferência em comum.



  • Para que não se faça confusão, este texto não é copiado de lado nenhum, visto que foi publicado numa das edições do jornal "Badaladas" como artigo de opinião. Assim, se tiver de pagar direitos de autor, pago a mim mesma - a autora sou eu! eheh

Tuesday, March 28, 2006

Metro de...METROSEXUAL


Metro…mas não é metro de metropolitano..metro de metrosexual!
Bichas no armário ou emancipação masculina? Eis a questão!
Com o progresso tecnológico e a era do descartável surge também um novo espécime: o metrosexual que não é nada mais que um homem que se preocupada consigo mesmo. Já não é apenas uma mente sã em corpo são, deparamo-nos pois com a intensa preocupação masculina com a estética e tudo o que isso inclui, seja ela sobrancelhas demasiadamente depiladas, cabelos exuberantes ou a tentativa patética de parecer masculino em determinadas roupas.
Ainda não consegui determinar-me a favor ou contra deste processo que parece não ter retrocesso e que nos leva a todas, tristes mortais, a uma infeliz questão: será que alguma mulher no verdadeiro sentido da palavra tolera um homem mais vaidoso que ela?
Bem sei que não apreciamos machos latinos com pêlo no peito e unhaca afiada mas também não havemos de querer o nosso xuxuko a passear por aí com uma t-shirt que é o “ultimo grito da moda” mas o faz parecer saído do esquadrão G, a pavonear-se ao espelho durante trinta minutos ou deixar-nos plantadas á espera porque o cabelo teimava em não assentar com o gel.
Claro que queremos o nosso homem cheiroso, em forma e melhor do que nunca, mas a competição de beleza para saber quem dá mais nas vistas, eu ou ele, dispensamos de bom grado.
Acho que a questão é não cair em excessos, não? Afinal de contas o Beckham, o Reynaldo Gianecchinie e outros do mesmo género são metrosexuais e esses, todas as adeptas da heterosexualidade aceitavam de bom grado! Só não queremos aparecer de mãos dadas com o entusiasta da parada gay!
E tudo isto fora de preconceitos, só gosto de defender a continuação do homem charmoso, lindo e maravilhoso que se sente mais deslumbrado com a aparição da sua namorada do que com o seu reflexo no espelho!
Não aos Narcisos! Sim aos metrosexuais com conta peso e medida!

Tão mas tão convencional!

Filha de uma saca de putas..e assim começa este blog..de uma forma tao convencional..